segunda-feira, 4 de julho de 2011

A Beleza do Castelo de Noisy

Esta semana vai ser dedicada
aos castelos e casas abandonados
pelo mundo afora.

A inspiração veio de um erro no meu
trajeto para a fisioterapia,
(que fica na Rua Cândido de Abreu)
e de uma vontade adormecida
de passar de novo pela
restaurada Rua Riachuelo.

Aproveitando a chuva para andar
bem devagarinho e assim poder
apreciar melhor as antigas
edificações e os inúmeros brexós
de móveis, acabei por rever
um casarão em ruínas,
sobre o qual estou pesquisando
para fazer uma postagem .

Assim comecei a procurar casas
e castelos abandonados pelo mundo,
e conheci , entre muitos,
o Chateau Noisy ou Miranda,
 na Bélgica, cuja história
se não é tão fascinante quanto
as imagens que evocam sentimentos
os mais diversos e muita curiosidade,
 não deixa de ser interessante.

Começou na época da Revolução
Francesa, quando a família do Conde
Liedekerke-Beaufort abandonou
o castelo em que vivia para se
refugiar em sua casa de veraneio.

O castelo foi construído em 1886
por um arquiteto inglês chamado Milner,
que morreu antes de ver o seu
projeto executado.

O castelo pertenceu à família durante
todo este tempo, sendo ocupado
por soldados nazistas durante a
2a Guerra Mundial.

Em 1958 foi usado pela empresa
ferroviária Belga, dizem alguns como
local de Colônia de Férias para
os filhos dos funcionários, e, dizem outros,
como moradia para os filhos dos
funcionários da empresa, ou ainda,
acreditam alguns, como orfanato.
Seja lá o que tenha sido,
 o nome Noisy provém do barulho
da criançada.

Desde 1991 este pedaço de história
está completamente abandonado,
não se sabe bem por que razão.
Como a família se recusa a vendê-lo,
acabou tornando-se ponto turístico
para exploradores e fotógrafos.

O castelo tem 550 janelas, uma torre
de relógio com 56 m de altura e
apesar da sua imponência,
está prestes a desmoronar.

Confira as imagens, via













Boa segunda feira!

5 comentários:

Edward Milner disse...

Cara Sra. Ana

Creio que fui pego pelo velho alemão (aquele tal de Alzheimer). Afinal, sou apenas um paisagista e não me lembro de ter projetado esse castelo belga. Também não me lembro de nenhum colega da era vitoriana que condivida o sobrenome comigo. Mas, vá lá, deve ser o AZ mesmo...

Permita-me despedir-me com beijos (no Gafa, abraços, afinal...)

Ed

Ana Balbinot disse...

Caro Sr. Edward,
É uma honra receber sua visita em meu blog, e não se preocupe com o AZ. Bem pior seri o Parkinson, pois afinal é melhor esquecer de pagar a conta do que derrubar a comida no chão, não acha?
De qualquer maneira, muitos parabéns pelo seu magnífico trabalho, que embora esteja destruído, ainda nos provoca emoções fortes e permite-nos, apesar de seu estado, imaginar toda sua grandiosidade e beleza.
Permita-me despedir-me como sua humble servent, e por favor, transmita à sua senhora, meus mais gentis cumprimentos.
Respeitosamente,
Mrs. Ana,the fifth

Anônimo disse...

Agora tenho certeza.Depois da fama não esqueça das amigas...Espero que eu mereça umas linhas nesta obra literária....nem que seja nos jardins...bjos Flower

Ana Balbinot disse...

Flower, flower power dos meus jardins,
Você sempre será uma referência e várias lembranças.Uma amizade e várias esperanças. E a principal das espernças é esta: voltaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!

Bruno Cristiano disse...

Nossa Gostei Muito , A Minha Avó tem o sobrenome Miranda